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Escolhendo o SEXO? Segundo médicos ingleses, a dieta de uma mulher pode ter influência sobre o sexo do bebê. Se ela for vegetariana, aumentam as chances de dar à luz uma menina. Durante um ano e meio, 6000 pacientes foram acompanhadas por ginecologistas da Universidade de Nottingham. A incidência de bebês do sexo feminino foi duas vezes maior entre as gestantes adeptas da alimentação natureba. Esse resultado é estatisticamente muito forte. A hipótese levantada em Nottingham é de que pratos e mais pratos de salada aumentam a acidez das secreções vaginais. E num ambiente mais ácido, supõe-se, os espermatozóides portadores de cromossomo X, feminino, costumam sair-se melhor que os de cromossomo Y, masculino. Por esse motivo é que muitos médicos recomendam a pacientes aflitas por uma filha, uma ducha vaginal de água e vinagre branco duas horas antes da relação sexual. Já às ansiosas por um filho, a prescrição é de uma ducha de bicarbonato de sódio, que torna a vagina mais alcalina e facilita um pouco a corrida dos espermatozóides com cromossomo Y. Outro método que influencia o sexo do bebê: Para aumentar as chances de ter menino: o orgasmo dela deve ser simultâneo ao dele. Isso porque os espermatozóides com o cromossomo Y, masculino, costumam ser mais lentos. As contrações vaginais, decorrentes do orgasmo feminino, os ajudariam a chegar ao óvulo. Para aumentar as chances de ter menina: a relação sexual deve ocorrer dois dias antes da ovulação, pois mais resistentes, os espermatozóides com o cromossomo X, feminino, ainda estariam vivos para a fecundação. Nenhum desses métodos, é capaz de determinar com segurança o sexo de uma criança. O que existem são experiências que apontam para esta ou aquela direção. Fonte: Revista Veja - 16 de agosto de 2000 |
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