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DESENVOLVIMENTO
FETAL: Já na 4ª semana de gestação, formam-se na
camada celular externa do embrião e dentro de uma espécie de
tubo, as estruturas da medula e do cérebro.
Para
saber quando realmente começou a sua
gestação, clique aqui.
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SEXO: Em
uma gravidez normal, não há motivo para preocupações durante
as relações sexuais. O bebê fica protegido pela bolsa de água
que o envolve.
DIETA:
Uma boa dica para
garantir o bom desenvolvimento do bebê, é que a dieta da gestante
deve ter 300 calorias adicionais. Os carboidratos de fácil
digestão devem ser a principal fonte calórica. Uma boa pedida
é a batata assada ou cozida.
DIA-A-DIA: Aulas
de relaxamento durante o período pré-natal ajudam a gestante a
preparar-se física e mentalmente.
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Vai
ser a cara da mãe ou parecido
com o pai? Saiba mais
sobre:
Cromossomos e Genes
Assim que se confirma a
gestação, inicia-se outra etapa onde os pais sentem uma
mistura de ansiedade por querer saber detalhes físicos como
sexo, cor de olhos e cabelo, semelhanças com familiares e uma
preocupação em relação ao pleno desenvolvimento da criança.
As respostas a todas
essas perguntas são determinadas no momento exato em que o óvulo
da mãe é fecundado pelo espermatozóide do pai. O
óvulo e o espermatozóide contêm em seu interior 23 minúsculos
cordões chamados de cromossomos, que possuem todas as características
hereditárias.
Na célula-ovo portanto,
há 46 cromossomos. Entre estes cromossomos, há 44 (22 do pai e
22 da mãe), que determinam todas as funções e estruturas físicas
hereditárias. O par restante é o que determinará o sexo da
criança.
Os cromossomos são
formados por centenas de moléculas conhecidas por
"genes", que são unidades de informação dispostas
em pares ao longo dos cromossomos.
Os pares dispõem-se de
modo que cada gene materno, está em frente de um gene paterno.
Cada par de genes determina uma característica particular do
indivíduo, como a cor de cabelo, altura e qualquer outro
aspecto de seu metabolismo.
Os genes são
classificados em dominantes e recessivos de acordo com sua força
de ação. Ex: o gene que determina a cor preta dos cabelos é
dominante, ao passo que o gene que determina a cor ruiva é
recessivo. Assim, se o bebê herdar esses dois genes, seu cabelo
será preto porque essa cor é dominante. O bebê só será
ruivo se herdar esse gene de ambos os pais.
Anomalias:
Infelizmente, no momento
da concepção, pode ocorrer algo que provoque alterações nos
genes e cromossomos. Muitas dessas anormalidades e imperfeições
são corrigidas pela própria natureza, terminando em aborto
espontâneo. Ex: a presença de um cromossomo a mais, ou seja,
47 cromossomos em vez de 46.
Há uma anomalia que não
resulta em aborto. Seria a ausência de um determinado
cromossomo, em geral um cromossomo sexual. A criança se
desenvolve normalmente, mas torna-se estéril.
Existem casos de
defeitos cromossômicos que provocam malformações em vários
órgãos, não permitindo que a criança consiga sobreviver após
o nascimento. Em outros casos, a criança
consegue viver, mas apresenta características anormais. Ex: síndrome
de Down.
Em alguns casos, os
cromossomos são normais, mas ocorre uma alteração num só
gene, ou num par. Os genes também podem ser dominantes ou
recessivos. Em doenças provocadas por genes anormais
dominantes, como o nanismo congênito, é possível que só o
pai ou a mãe sofram a doença, mas isto basta para que ela seja
herdada pelo bebê. Se a anormalidade se manifesta quando ambos
os pais são normais, trata-se de um caso de mutação e o gene
responsável por isso é um gene mutante.
Os genes também podem
ocasionar defeitos metabólicos, isto é, anomalias no
funcionamento interno do organismo. Na maioria dessas situações,
não se pode detectar o problema até que a criança nasça.
A fenilcetonúria é um
exemplo de alteração metabólica causada por esses genes
anormais. A criança não consegue metabolizar uma substância
chamada fenilalanina que se encontra no leite e em outros
alimentos. É preciso estabelecer uma dieta rigorosa que exclua
qualquer alimento que contenha essa substância.
Outra doença causada
pelo mesmo problema é a fibrose cística. As crianças afetadas
não crescem normalmente devido à má absorção dos alimentos
e a repetidas infecções respiratórias.
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Alterações
Psicológicas:
MEDOS & INSEGURANÇAS:
Não
há regras fixas: algumas mães mostram-se extremamente
positivas em relação às transformações, procurando a melhor
maneira para passar por esse período de mudanças contínuas da
melhor forma possível, enquanto outras mulheres sentem-se
perdidas e inseguras. Essas reações também estão muito
ligadas a personalidade de cada pessoa e a forma como ela
normalmente reage diante de situações novas.
Precisa-se
também, levar em
conta inúmeros fatores, entre os quais se destaca o fato do bebê
ser ou não desejado e as preocupações da mãe diante a
gravidez. Os
medos mais comuns são:
-
Meu
filho será normal?
-
Irei
sobreviver/agüentar o parto?
-
Saberei
cuidar de meu filho?
-
Meu
marido deixará de gostar de mim?
-
O
que mudará em minha vida?
Uma
grande parte das mulheres descobre que a gestação é um período
de muita alegria, mas mesmo as mais realizadas e felizes podem
ter seus momentos de muita ansiedade e depressão sem ter uma
causa aparente.
É
importante que você entenda que essas alterações são normais
e esperadas.
A
mal-formação do feto é um medo justificável em algumas situações:
consangüinidade sangüínea do casal, antecedentes de problemas
na família, gestante com mais de 35 anos ou usuários de
determinados medicamentos.
Para
se tranqüilizar, é preciso ponderar com o médico sobre os
riscos e as vantagens de alguns exames de medicina fetal. Embora
menos preciso, o chamado teste triplo, que é um exame de sangue
comum, e o ultra-som com
translucência nucal, conseguem dar indícios de síndromes genéticas.
Outros, de resultados mais exatos, envolvem risco de aborto e só
se justificam quando há motivos para fortes suspeitas de
malformação. O mais conhecido é a amniocentese, mas há também
a biópsia de placenta para análise de vilo corial e a
cordocentese.
Realizados
em diferentes fases da gestação, todos eles analisam material
genético do feto ou da placenta e são considerados invasivos,
pois coletam amostras diretamente no líquido amniótico, na
placenta ou no cordão umbilical.
COBRANÇAS
É
a sociedade que deseja sua própria sobrevivência e
cobra do casal a função de pai.
A
mulher ainda tem que batalhar muito para quebrar o paradigma, o
modelo existente desde os tempos mais remotos onde tem a função
de ser a esposa, a mãe e a dona de casa.
Apesar
de ter conquistado ao longo dos anos o seu lugar no mercado de
trabalho, ainda é dela a função da casa e do bem-estar da família.
Não há como fazer tantas coisas sem sacrificar uma das partes
e isso traz sofrimento e culpa, que se não forem muito bem
trabalhados em nosso interior, não valerão todo o esforço por
ter conseguido um lugar ao sol, com todas as realizações e glórias
alcançadas.
Além
disso, os meios de comunicação “vendem” uma imagem
distorcida da maternidade, como se tudo fosse só feito de
momentos mágicos e alegres. Os problemas, as mudanças e as
dificuldades não são mostrados.
A
gravidez é envolta em um manto cor-de-rosa. O filho só
estimularia um estado de onipotência e esperança sugerindo
algo sempre perfeito. Tudo isso deixa pouco espaço para que a
mulher se permita ter outros sentimentos como angústia, medo e
insegurança, pois não era essa a imagem que ela tinha em sua
cabeça e mais uma vez ela vai se sentir culpada, sem ter culpa
alguma.
Esses
sentimentos não significam rejeição ao bebê. Mesmo nas mais
desejadas das gestações, haverá os momentos de vivenciar
esses sentimentos ambivalentes.
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